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Terça, 09 Julho 2019 22:12

Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados debate a exploração do Nióbio no Brasil

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Prezados Amigos,

A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados se reuniu na tarde desta terça-feira para debater a exploração do Nióbio no Brasil, uma audiência que contou com a ilustre presença de palestrantes renomados, como os senhores Eduardo Ribeiro, Presidente da Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM); Dr. Dante de Matos, Diretor Presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (CODEMIG); Tasso Mendonça Júnior, Diretor da Agência Nacional de Mineração (ANM); e Daniel Lima, Diretor Substituto do Departamento de Transformação de Tecnologia Mineral do Ministério de Minas e Energia, profundos conhecedores do assunto a nível internacional.

Tendo em vista que o Brasil possui mais de 90% das reservas mundiais de Nióbio, superior a 800 milhões de toneladas, a exploração deste raro e precioso metal se tornou alvo de muitos debates motivados pelo Poder Público, que visa regulamentar a sua exploração.

A exploração do Nióbio no Estado de Minas Gerais é realizado em parceria com a CODEMIG, uma iniciativa que gerou diversos programas estruturadores em governos passados, um modelo exemplar de gestão compartilhada onde o Poder Público e a iniciativa Privada trabalham juntos para fomentar a exploração de novos mercados, gerando investimentos extremamente positivos especialmente em áreas de pesquisas de novas tecnologias.

De acordo com o Presidente da CBMM, Eduardo Ribeiro, o Nióbio brasileiro precisa ser refinado antes de ser comercializado, um processo de custo elevado. A CBMM é uma empresa nacional que gera mais de 17 mil empregos diretos, pagadora de impostos no Brasil, portanto são mais de R$43 milhões de investimentos nas áreas da Educação, Saúde e Cultura; uma gigante que somente em 2018 investiu mais de R$153 milhões em tecnologia de processo e aplicação do Nióbio.

Entre as principais aplicações do Nióbio se encontram a indústria automobilística, os setores de óleo e gás; os setores de aços estruturais; e os setores de aços inoxidáveis, um mercado que movimentou aproximadamente R$ 7,4 bilhões de reais somente no ano de 2018, o que resultou no pagamento de R$ 1.8 bilhões de reais em impostos, uma conquista que contou com o total apoio e participação da CODEMIG.

Como parlamentar, e membro suplente da Comissão de Minas e Energia, acompanharei de perto os debates envolvendo e exploração desta riqueza natural que gera inúmeros investimentos para o Estado de Minas Gerais.

Um fraterno abraço,

Bilac Pinto

Deputado Federal

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